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Está a vender ou a prospectar clientes em todo o mundo: registe a sua marca antes que seja tarde! 
São cada vez mais as empresas lusas que se dirigem a novos mercados. Neste mercados além de regulamentações específicas de importação, é importante preservar o principal ativo da empresa exportadora: a marca. Com efeito, têm-se constatado casos em que as empresas que em Portugal detêm a marca, não têm o cuidado de a resgistar nos mercados para onde potencialmente tencionam exportar. O resultado é que muitas vezes desenvolvem contatos avançados com potenciais parceiros/importadores que vendo o potencial da marca a importar a registam! Ora isto tem como consequência inibir, impedir a venda para aquele mercado ou obrigar a que a relação comercial passe pelo detentor na marca. Registar uma marca não é assim tão caro nem tão difícil. Consulte o nosso serviço de registo internacional de marcas e verá a diferença.

 

 

 

 

 

Conhece os mercados para onde quer exportar?
Os mercados externos são compostos de consumidores e empresas. Há várias formas de chegar a eles, sendo a mais comum o contato direto e a participação em feiras. Por vezes as empresas potenciais exportadoras tentam encontrar distribuidores sem conhecerem e aferirem o seu real peso e capacidade no mercado. Para o saber é preciso estar no mercado e é preciso informar-se sobre ele.
E porque não comprar informação sobre esses mercados? Mesmo em mercados novos e crescente como Angola, Brasil, Moçambique, cabo verde e São Tomé, existem base de dados sobre empresas. Antes de esperar que o parceiros caia do céu e dum “contacto privilegiado” que tal contatar diretamente todos os potenciais interessados? Se quer informação sobre estes mercados contate-nos e daremos-lhe soluções eficientes.

 

 

 

 

 

 

Participar em Feiras ainda é uma boa fonte de contatos nos novos mercado
Enquanto que nos mercados desenvolvidos e europeus a participação em feiras, é apenas o aparecer e poucas vezes significa vender significativamente – é uma montra onde as empresas necessitam de estar – nos mercados emergentes dos países em desenvolvimento, as feiras são ainda grande fonte de contatos, promoção e mesmo venda.
Participar em feiras em mercados como Angola, Cabo Verde, Moçambique, China e mesmo Brasil, é sem dúvida uma forma relevante de concretizar contatos e vendas. Pois nestas feiras ainda aparecem compradores e parceiros locais significativos, que efetivamente compram.
É necessário perceber que se tratam de feiras em países não saturados por oferta, e pelo contrário dela carentes. O fato de os países citados serem luso falantes também explica barreiras para outros e afinidades para os portugueses. E enquanto que uma Feira generalista Internacional já perdeu qualquer efeito nos mercados desenvolvidos, a FILDA-Luanda a FACIM-Maputo ou a Feira Internacional de Cabo Verde.
Que tal começar por participar na FIC de cabo Verde já em Novembro? Contacte-nos e veja que condições temos para lhe oferecer.

 
 


 

 

 

 

Tenha filiais por todo o mundo lusófono: um novo serviço de apoio para incrementar suas vendas
Estar nos mercados pressupõe estar contatavel nesses mercados. Se não tem empresa ou equipas nesses mercados, ao menos tenha contatos que possa dar como sua sede e presença nesses mercados. Isso cria conforto e afinidade para o contato local, e cria conforto para o potencial cliente, seja ele uma empresa ou um particular.
Se pretende começar a vender para Angola, Brasil ou Moçambique, todos eles grandes mercados em crescimento entre 4 a 7%, é importante perceber que não sendo colónias portuguesas, gostam de customizar as soluções e ter sedes e contatos locais.

 

 
 


 

 

 

 

 

O Ministério das Finanças prorrogou o prazo para a entrega da Informação Empresarial Simplificada (IES) referente ao ano de 2010 até 30 de Setembro de 2011.
 
Esta decisão vem na sequênci