AUMENTO DOS SPREADS CRIA ONDA DE CRÍTICAS 10-02-2010 O presidente da Associação Portuguesa de Bancos, António de Sousa, admitiu esta manhã uma subida dos “spreads”, que pode chegar a 0,5%.
As reacções não se fizeram esperar, quer do lado das empresas quer do lado do consumidor.
Nesta altura, avança a associação, 80% das pequenas e médias empresas não têm acesso ao crédito.
SALÁRIOS: 40% DAS EMPRESAS CORTAM NOS CUSTOS DE TRABALHO SEM MEXER NA BASE 27-01-2010 Estudo do Banco Central Europeu revela que as empresas portuguesas são das que menos cortam as remunerações variáveis na Europa.
No momento de baixar os custos com trabalhadores, as empresas portuguesas são mais conservadoras que as pares europeias. É esta a principal conclusão de um relatório do Banco Central Europeu (BCE) sobre estratégias de redução de custos que não mexam na remuneração base. O estudo revela que em Portugal o corte na componente variável dos salários é menor que a média europeia.
AUMENTO DOS "SPREADS" CRIA ONDA DE CRÍTICAS 11-01-2010 O presidente da Associação Portuguesa de Bancos, António de Sousa, admitiu esta manhã uma subida dos “spreads”, que pode chegar a 0,5%.
As reacções não se fizeram esperar, quer do lado das empresas quer do lado do consumidor.
Nesta altura, avança a associação, 80% das pequenas e médias empresas não têm acesso ao crédito.
PRESIDENTE DA PME-PORTUGAL REFERE VANTAGENS DA ENTRADA NA BOLSA 11-01-2010 Há novas regras para as empresas cotadas em Bolsa. Para acabar com algumas dúvidas o Jornal Vida Económica proporcionou um exercício de reflexão assente em 6 opiniões. O Presidente da Associação PME-Portugal, Engº José Alves da Silva, foi entrevistado pelo V.E. e referiu as vantagens da entrada na Euronext.
PME-PORTUGAL: DOZE PEQUENOS E MÉDIOS DESEJOS PARA 2010 11-01-2010 Manter postos de trabalho.
A manutenção dos postos de trabalho é uma das preocupações de José Alves da Silva, recentemente eleito presidente da PME Portugal - Associação das PME - Pequenas e Médias Empresas de Portugal. Actualmente, existem cerca de 350 mil PME, com uma média de seis trabalhadores por empresa. "Se por acaso cada uma dispensar um trabalhador, o aumento do desemprego sobe para 360 mil desempregados."
Além da manutenção dos postos de trabalho, Alves da Silva detecta as falhas de segurança como outro problema. Segundo diz, deveria haver um maior policiamento das empresas, um processo que, regra geral, envolve muita burocracia e é custoso.
O vice-presidente da PME Portugal, Paulo Peixoto, acrescenta que "os principais problemas das PME continuam a ser, e cada vez mais, a falta de liquidez e de alavancagem financeira, que lhe permitam manter-se competitivas". As empresas estão assim, "estranguladas" na sua tesouraria e a carga fiscal é uma séria ameaça à sua competitividade.
A falta de apoios reais ao empreendedorismo é outra das dificuldades apontadas por Peixoto. As ideias necessitam de maturação e é preciso que se criem mecanismos de ajuda para que os empreendedores possam dedicar-se a elas. "Para os empreendedores, o mercado nacional está perfeitamente esgotado (...).
Uma das solução passa pela actuação no mercado internacional."
"O desenvolvimento e a competitividade só devem poder ser atingidos num ambiente sócio-cultural nacional e europeu, que privilegia o diálogo social", acrescenta Alves da Silva.
Eleições [triénio 2010/13] 21-12-2009 Realizaram-se no passado dia 17 de Dezembro eleições para os Órgãos Sociais da Associação das PME - Pequenas e Médias Empresas de PORTUGAL.
PME-PORTUGAL PARTICIPA EM RÚBRICA DA ESCE 23-11-2009 No passado dia 18 de Novembro, teve lugar no ESCE - Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, uma actividade que foi desenvolvida para os alunos dos cursos de Informática de Gestão, Marketing e Distribuição e Logística . A presença do Vice-Presidente da PME Portugal, Dr. Paulo Peixoto, veio reforçar a importância dos projectos e das perspectivas futuras para recém licenciados, abordando na sua intervenção, temas como a “Realidade das PME”, “Futuro das PME” e a “Missão da PME-Portugal”.
NOVA CONTABILIDADE AMEAÇA MILHARES DE EMPRESAS 06-10-2009 Empresas ainda não estão preparadas para mudança para novo sistema de contas e 70% correm o risco de ser multadas. Mais de 30 mil técnicos de contas estão a receber formação técnica.
Mais de 70% das empresas portuguesas correm o risco de sofrerem coimas da Comissão de Normalização Contabilística, entre os 500 euros e 15 mil euros. Em causa está a passagem do Plano Oficial de Contas, (POC) para o Sistema de Normalização Contabílistica (SNC), obrigatório a partir de 1 de Janeiro de 2010, e que poderá resultar em deficiências na contabilidade, segundo um inquérito efectuado por um gabinete de gestão a 300 sociedades.